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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Pilates na gravidez traz benefícios ao bebê

Artigo publicado no site Minha Vida
do qual Alice Beker é uma das colunistas.

Por Alice Becker
Método é garantia de bem-estar durante os 9 meses.
Pilates na gravidez traz benefícios à saúde do bebê.
Método é garantia de bem-estar durante os 9 meses.

Não resta a menor dúvida. A prática de atividades físicas durante a gestação, desde que moderada, promove diversos benefícios à saúde tanto das futuras mamães quanto dos bebês. A escolha da atividade física pelas gestantes demanda atenção redobrada, uma vez que influencia diretamente na saúde e bem-estar do bebê. Por conta disso, visando a diminuição de impactos e o aumento da disposição corporal das mamães, foi desenvolvido um programa especial de pilates para quem deseja ter uma gravidez sadia e tranqüila, desde as primeiras semanas até a recuperação pós-parto.
As mulheres que praticam pilates durante os meses de gestação apresentam menos desconforto, fadiga e falta de ar. O método pode promover boa postura, ajudar na mecânica corporal, diminuir a dor, principalmente na região lombar da coluna, e o risco de incontinência urinária, promover bem-estar para a mãe e o bebê e minimizar o risco de perda óssea.
A combinação dos exercícios é adaptada de acordo com as limitações e o perfil de cada pessoa. Os professores são orientados a dar uma atenção especial aos movimentos que envolvem os músculos do assoalho pélvico, que durante esse período ficam bem mais sensíveis e propensos à fraqueza. Mas eles não podem deixar de ser trabalhados, uma vez que desempenham importante papel durante o parto natural e também no processo de recuperação da gestante. A aula Os exercícios buscam a interação entre o corpo e a mente.
Os de relaxamento e consciência corporal, por exemplo, preparam a grávida para o momento do parto e têm por objetivo estreitar a relação da mãe com o bebê. Os exercícios, de forma geral, fortalecem a região abdominal, os músculos da coluna e o assoalho pélvico. Portanto, ajudam no equilíbrio muscular e postural, além de diminuir as dores lombares e melhorar o apoio para o útero. Outra opção são os exercícios para as pernas, pés e tornozelos, que diminuem edemas e câimbras. A posição de quatro apoios é uma ótima alternativa, já que minimiza o estresse sobre os vasos dos membros inferiores.
As aulas de pilates têm duração de uma hora e o ideal é que sejam feitas, pelo menos, duas vezes por semana. A pratica pode ser mantida até poucos dias antes do parto, dependendo das condições físicas de cada uma. Porém, em casos de descolamento prematuro da placenta, sangramentos constantes e doenças cardíacas a atividade não é recomendada. Quando praticar: A partir das primeiras semanas de gestação. No entanto, é fundamental, antes de começar, receber orientações médicas. Em alguns casos é preferível optar pelo início dos exercícios após o terceiro mês, onde o risco de aborto espontâneo é menor.
Aproveito este artigo para fazer um agradecimento especial a Marla Lopes, educadora da Physio Pilates e responsável pelo desenvolvimento do Pilates para grávidas dentro da equipe!


Fonte:www.physiopilates.com

Doenças crônicas não transmissíveis

As doenças crônicas não transmissíveis (dcnt), derrames, diabetes, hipertensão, infarto entre outras estão no hall das enfermidades que mais causam afastamentos do trabalho e matam ao redor do mundo. Elas causam prejuízos de bilhões às empresas e ao sistema de saúde.
Mudanças de hábito e prática regular de atividade física, orientada por um profissional (...) podem reduzir drasticamente este quadro de descalabro mundial no setor de saúde, (...) podendo com uma mudança de paradigma priorizar a prevenção, assim eliminando toda uma cadeia predatória dos recursos destinados à saúde ao redor mundo.
Segundo a organização pan-americana de saúde (opas), as doenças crônicas não transmissíveis (...) matariam cerca de 35 milhões de pessoas em 2005, isso significa mais de 60% das 58 milhões de mortes em todo o mundo.
No Brasil, mais de 40% das mortes registradas por ano ocorrem por causa das dcnt. Em 2003, significaram mais de 400 mil mortes. Custam ao país cerca de R$ 11 bilhões por ano em consultas, internações e cirurgias (incluindo transplantes).
Apesar dos números serem alarmantes as dcnt, são perfeitamente previníveis e redutíveis. Para tanto, se faz necessário um grande controle sobre alguns dos principais fatores de risco, dentre eles tabagismo, obesidade e sedentarismo.
Em um contexto multidisciplinar, o profissional de educação física se enquadra como um dos profissionais mais qualificados para interagir com a diminuição dos atuais percentuais de mortalidade, principalmente por ser um agente promotor de saúde.
Os estudos comprovam que uma política profilática é muito mais benéfica tanto para os governos quanto para os possíveis pacientes. Resta-nos torcer para que esta utopia se transforme em realidade. Sendo quebrado este paradigma, uma solução plausível seria a construção de centros de atividade física por todo o país, onde a grande parcela da população hoje excluída teria a oportunidade de aprender a transformar hábitos e costumes com mudanças simples e palpáveis dentro de sua realidade social.
Estariam inseridas no contexto atividades educativas relacionadas à higiene, alimentação, anatomia humana dentre outras, sendo também oferecias práticas esportivas como musculação, caminhada, corrida, yoga, pilates e muitas outras adaptadas a cada região do país.
Nunca é tarde para começar uma mudança, nosso corpo é uma máquina cheia de “engrenagens” não as deixe “enferrujar”; mexa-se e torne sua vida mais saudável.


Fonte: Agência pan-americana de saúde.
Fonte: www.physiopilates.com
Autor: Marcus Mendonça Falcão- Educador Físico. Cref-00047G/BA